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Reuniões de emergência entre governo, banco central e entidade reguladoras com o objectivo de debater um plano “B” para salvar da falencia o Hypo Real Estate, na Alemanha.
As instituições de crédito e seguradoras que concordaram financiar 25 % da operação de resgate retiraram-se do plano que ascendia a 35 mil milhões. O estado, comprometido a injectar 75 % dessa soma, está agora sozinho.
“O governo federal declara que não vai deixar que os problemas de uma única instituição financeira se tornem num problema para todo o sistema financeiro. Por isso estão a decorrer discussões para manter o Hypo Real Estate. Mais, os culpados destes actos irresponsáveis vão ser chamados a prestar contas”, disse Merkel.
O falhanço do plano inicial para salvar o banco alemão do colapso surge numa altura em que os líderes europeus se mostram divididos sobre um mecanismo de resgate financeiro a nível da União semelhante ao adoptado pelos Estados Unidos.
E justamente, a Alemanha de Angela Merkel é uma das vozes a liderar a opôr-se a um fundo de milhares de milhões de euros para evitar o colapso de instituições financeiras.
A Alemanha, a Itália, a França e o Reino Unido mais dirigentes europeus reuniram-se no Sábado em Paris para debater uma abordagem uma estratégia.
Concordaram não deixar cair os bancos na falência e pediram flexibilidade na aplicação de regras de ajuda do Estado às empresas.
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