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O Supremo Tribunal da Rússia reabilitou o último Czar Nicolau II e a família como vítimas da repressão política dos bolcheviques, que os fuzilaram em 1918.
Um gesto simbólico há muito reclamado pelos descendentes da família imperial.
Nicolau II, a mulher e os cinco filhos, foram executados na casa Ipatiev, na cidade de Yekaterimburgo. Os bolcheviques levaram os corpos para uma mina abandonada, que tentaram explodir sem sucesso. Optaram, então, por queimá-los e imergi-los em ácido sulfúrico antes de os enterrarem num poço.
Os restos mortais do czar, da esposa e de três filhos foram encontrados em 1991 e transladados para a Catedral de São Petersburgo.
No passado mês de Agosto, foram descobertos os restos mortais do príncipe herdeiro Alexei e da irmã Maria.
O czar e a família foram canonizados como mártires em agosto de 2000 pela Igreja Ortodoxa russa.
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