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A declaração foi aprovada, esta quinta-feira, por unanimidade. O texto que se dirige ao poder executivo faz duas exigências: que acabe com os laços diplomáticos com Moscovo e declare as tropas russas estacionadas no território como forças de ocupação.
Também os Estados Unidos admitem rever as relações com Moscovo.
Esta quinta-feira, a porta-voz da Casa Branca admitiu que o Acordo de coooperação nuclear civil assinado plos dois paises poderá ser anulado: “Posso afirmar que estamos num processo de reavaliar a nossa relação com a Rússia. Estamos a fazê-lo em consonância com os nossos parceiros internacionais como a França, mas também com outros como é o caso da Alemanha e outros países da NATO.
Também, o chefe da diplomacia francesa, Bernard Kouchner, afirmou que estão a ser estudadas sanções contra a Rússia.
A França não quer cortar as relações com Moscovo… Esperam-se novidades na segunda-feira, dia da reunião extraordinária do Conselho Europeu.
O Kremelin desvaloriza as ameaças e contra-ataca.
O primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, considera que o conflito georgiano foi orquestrado plos os Estados Unidos. O país, adianta, tentou dar uma imagem de tensão no território para benificiar um dos candidatos na corrida à Casa Branca.
No que toca ao reconhecimento da independência da Ossétia do Sul e da Abcásia, todos os países da OCS estão do lado da Rússia, entre elas a China e de quatro antigas repúblicas soviéticas da Ásia Central.
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