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As Honduras integram a partir de hoje a ALBA, Alternativa Bolivariana das Américas. A adesão foi contestada por vários sectores da sociedade devido ao, alegado, carácter ideológico e militar da organização. Acalentada plos regimes de Hugo Chávez e Evo Morales, a ALBA surge como alternativa à Mercosul e, também, um travão à influência de Washington.
O presidente Manuel Zelaya, um homem de esquerda moderado afirma que “o povo das Honduras não precisa de pedir permissão a qualquer imperialista para assinar o documento.” Justifica a adesão como um acto patriótico e libertador, invocando, figuras dos países da América Central em sinal de comparação. As Honduras juntam-se, assim, a países como Cuba, Venezuela, Nicarágua, Dominica e Bolívia. Um grupo que deverá ser reforçado dentro em breve com a entrada da Guatemala.
O chefe de Estado venezuelano fala de uma campanha contra a ALBA promovida pelo império norte-americano que está “a tentar travar o processo de mudança, a revolução na América Latina.” Uma mudança desenhada pelo presidente do país, um homem de coragem, refere Chavez. Caracas que se apresenta como financiadora de projectos de integração económica regional prometeu apoios nas áreas da educação, saúde e energia.
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