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Perto de 200 prisioneiros palestinianos conheceram hoje a luz do dia em liberdade.
Israel cumpriu parte do acordo assinado em Agosto para a libertação de reclusos palestinianos que não são nem do Hamas nem da Jihad Islâmica. A grande maioria pertence ao Fatah, do presidente Mahmoud Abbas.
Segundo a EFE, 198 detidos foram transportados esta manhã desde a prisão israelita de Ofer, na Cisjordânia, até ao posto de controlo de Betúnia, perto de Ramalah.
Os familiares e entidades oficiais esperaram-nos na Mucata, a sede da Autoridade Palestiniana.
Na lista de detidos libertados encontra-se Said al-Atba, encarcerado durante mais de 30 anos por enviar grupos terroristas para Israel, ou Husam Hader, um dos líderes mais carismáticos. Estava preso há 28 anos.
A libertação foi motivo para uma cerimónia com cartacter oficial, com uma homenagem junto do túmulo do antigo líder Yasser Arafat.
De acordo com os responsáveis israelitas, o acto constitui uma prova de confiança no líder da autoridade palestiniana. Mahmoud Abbas juntou-se à recepção de boas vindas dos prisioneiros
As associações israelitas de vítimas do terrorismo consideram que a decisão do ainda primeiro-ministro Ehud Olmert é um erro pois parece que o crime compensa.
Para os palestinianos trata-se de um triunfo, mas exigem mais. Haverá 11 mil prisioneiros em cárceres israelitas.
A libertação destes 198 ocorre no mesmo dia em que chega ao Médio Oriente, a Secretária de Estado norte-americana Condoleeza Rice.
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