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Mikheil Saakashvili aceitou o acordo de paz para a Ossétia do Sul, apresentado pelo Presidente francês, mas exigiu algumas alterações, que foram, entretanto, aceites pela Rússia.
Saakashvili garante que os territórios separatistas pertencem à Georgia e assim vão continuar.
Nicolas Sarkozy corrigiu o ponto que referia esta questão: “Abertura de conversações internacionais sobre a forma de garantir segurança e estabilidade na Abcásia e na Ossétia do Sul. Assim, retiramos a expressão “futuro estatuto”, declarou o presidente francês
O documento consiste em 6 pontos, entre os quais o não uso da força, o livre acesso à ajuda humanitária, a retirada das forças russas para as posições ocupadas antes do conflito e o retorno das tropas georgianas aos seus acantonamentos.
No entanto, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo voltou a insistir na discussão sobre o estatuto dos territórios separatistas da Geórgia. Para Sérgio Lavrov, a questão da segurança e estabilidade nestas regiões é impossível, fora do contexto do estatuto.
O presidente russo colocou também algumas interrogações:
“Será que os ossetas do sul e os abcases querem e podem viver sobre a autoridade da Geórgia? Devem ser eles próprios a responder a esta questão. A legislação internacional permitiu a autodeterminação e o aparecimento de novas nações no mapa nos últimos anos. Vejamos o exemplo do Kosovo”.
Os dirigentes das regiões pró-russas da Abcásia e da Ossétia do Sul já rejeitaram qualquer possibilidade de negociação com a Geórgia.
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