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Os Estado Unidos deram um ultimato à Rússia para acabar com o conflito no Cáucaso.
Numa declaração pública, o Presidente norte-americano responsabilizou Moscovo pela situação no terreno, alertou para os efeitos colaterais no campo diplomático e ordenou o fim dos confrontos.
Bush garante ter recebido informações que apontam para o “bombardeamento iminente do aeroporto civil” da capital georgiana pelas forças russas. Uma situação que a confirmar-se, adianta, representa um brutal e dramático escalar da violência. Para o Presidente norte-americano estas acções são contrárias aos objectivos anunciados por Moscovo com vista a restaurar a situação existente Ossétia do Sul antes do início do conflito. A Rússia, acrescenta, “invadiu um estado vizinho soberano e ameaça o governo democrático eleito pelo povo.” Uma acção que classifica de “inaceitável” em pleno século XXI.
Num discurso televisivo, primeiro-ministro russo criticou a posição dos Estados Unidos que acusa de manipular a verdade.
Vladimir Putin refere que apesar da Guerra Fria ter terminado há muito tempo, a tensão político-militar continua a dominar a mentalidade de diplomatas americanos. Uma situação que o chefe de governo russo diz lamentar mas, garante, “não afecta as relações com os parceiros, nem mesmo com os norte-americanos.”
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