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Antes do anúncio do cessar-fogo, a Ossétia do Sul e as regiões vizinhas estiveram a ferro e fogo. A aviação russa voltou, esta manhã, a bombardear a cidade de Gori, na Geórgia. O ataque causou pelo menos um morto, um jornalista holandês que trabalhava para a televisão RTL.
Há também vários feridos entre a população civil. O centro da cidade foi atacado e há vários edifícios em chamas, incluindo a universidade. Gori, perto da fronteira com a região separatista da Ossétia do Sul, foi, até agora, a cidade mais castigada pelos bombardeamentos.
Há também relatos de explosões na capital georgiana, Tbilissi. Em Tskhinvali, capital da Ossétia do Sul, a população civil está agora reduzida a um mínimo. Vê-se mais soldados que civis nas ruas.
Tanto na cidade como nalgumas vilas vizinhas, como Kurta, o cenário é dantesco. Há casas a arder, um pouco por todo o lado, resultado de vários dias de bombardeamentos.
Nos hospitais, começa a não haver lugar para mais feridos. Com o provável fim das hostilidades, a hora, para a Ossétia do Sul, é de cuidar dos vivos e enterrar os mortos.
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