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Mais dinheiro, medicamentos, e lutar contra a discriminação. Foram estas as prioridades definidas para ajudar os 33 milhões de seropositivos em todo o mundo, na abertura do XVII congresso mundial sobre SIDA.
O encontro começou este domingo na cidade do México e na cerimónia de abertura estiveram presentes cerca de 5.000 pessoas que ouviram o secretário-geral das Nações Unidas Ban Ki-Moon avisar: “Ainda enfrentamos uma enorme falta de recursos. As respostas ao HIV e à SIDA requerem financiamento sustentado a longo prazo. Enquanto há mais pessoas a necessitar de tratamento e a viver mais tempo, temos de aumentar consideravelmente os orçamentos para as próximas décadas”, concluiu.
A boa notícia do dia veio pela boca do presidente mexicano Felipe Calderon que anunciou o fornecimento gratuito de medicamentos retroviarais para os seropositivos do país, onde mais de 200 mil pessoas estão infectadas com o vírus.
Entretanto, nas ruas da capital mexicana algumas centenas de pessoas manifestaram-se precisamente para pedir mais apoio e acesso universal à medicação para os milhões de afectados pela pandemia em todo o mundo.
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