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Ingrid Betancourt mantém, no centro de todas as preocupações, a situação dos reféns que permanecem sobre custódia das FARC. E defendeu uma libertação unilateral, como primeiro passo para uma solução rápida e pacífica.
“Eu penso que um acordo humanitário foi uma opção, em determinado momento, mas um acordo humanitário…há posições que já não são negociáveis. Penso que deve haver uma libertação unilateral, entre as FARC e os seus reféns, porque já não têm nada a perder. As FARC já perderam tudo”, disse
Uma declaração que deixa advinhar o colapso político da guerrilha colombiana.
Entretanto, Hugo Chavez, o presidente venuzuelano parece disposto a sanar o conflito com o homólogo colombiano, Alvaro Uribe, provocado pela sua mediação, no processo de libertação de outros reféns.
E prometeu que Uribe será recebido, em Caracas, na próxima semana, como um amigo, como um irmão.
Renovou o apelo, para que as FARC deponham definitivamente as armas e libertem todos os reféns.
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