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O banco suíço, UBS, foi um dos mais atingidos pela crise dos subprimes. O banco apresentou, esta terça-feira, perdas de mais de sete mil milhões de euros nos três primeiros meses do exercício de 2008 e anunciou a supressão de 5.500 postos de trabalho na Europa.
Desta redução de efectivos, cerca de metade será feita pelo despedimento directo, sobretudo na área da segurança.
O presidente do Conselho de Administração, Marcel Rohner, atribui todos os males do UBS ao imobiliário americano. À pergunta sobre quais são as origens das perdas, responde:
“Vêm do sector imobiliário americano e das nossas posições problemáticas nesse sector. Esse foi o maior golpe do trimestre”.
Para reduzir a exposição nas posições de risco e obter maior liquidez, o banco assinou um acordo com o gestor de fundos americanos BlackRock. No âmbito deste negócio, o UBS recebe 15 mil milhões de dólares por um portofólio de activos em hipotecas nos Estados Unidos.
Face à difícil situação, o banco recusa-se a fazer previsões de resultados.
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