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Os esforços diplomáticos para pôr um termo ao conflito entre Israel e o Hezbollah continuam a fazer as manchetes da imprensa do Líbano, mas a afluência aos quiosques e tabacarias é cada vez menor. Após quase um mês de conflito, os libaneses parecem ter perdido a esperança na capacidade das Nações Unidas votarem uma resolução que agrade a todos e que sobretudo imponha um cessar-fogo imediato.
Em Beirute, um libanês questiona-se sobre “quem poderá votar um cessar-fogo se a ONU não o fizer? E acrescenta que “as Nações Unidas deviam pressionar Israel, que é o agressor.”
Um outro residente da capital diz “que a ONU é influenciada pelos Estados Unidos, que são por sua vez influenciados por Israel.” Apesar dos bombardeamentos sobre a capital durante a noite, Beirute relembrou os 400 mortos, em grande parte crianças, numa vigília no centro da cidade, numa praça transformada em cemitério simbólico.
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