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A fusão anunciada do Gaz de France com o Suez foi recebida com grande frustração por parte dos meios políticos italianos. A Itália contesta as medidas proteccionistas do governo de Paris e Silvio Berlusconi pede mesmo a intervenção de Bruxelas.
Um ponto de vista partilhado pelo vice-presidente da Comissão Europeia. Franco Frattini afirma que o “proteccionismo é sempre um erro e é o interesse europeu que deve prevalecer e esse é o compromisso da Comissão”.
A junção do Suez com o GDF faz surgir o terceiro grupo energético europeu em capitalização bolsista, só ultrapassado pela união entre o E.On e a Endesa, e pela empresa publica de electricidade francesa, EDF e depois a ENEL italiana.
A Itália quer sobretudo garantir que a fusão nâo impedirá o projecto de expansão para França da ENEL.
Um representante da Unice, organismo representativo da industria energética da Europa diz que é um facto que o gvoerno francês está dentro do Gaz de France e portanto desempenha o seu papel e admite que os governos se preocupam muito com o sector energético porque é um elemento sensível para as economias nacionais”.
O Suez Gaz de France será o quinto produtor de electricidade da Europa; o primeiro operador na rede de distribuição de gaz e o líder dos serviços energéticos e do gás natural liquefeito.
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