O artigo solicitado foi arquivado e o vídeo original já não está disponível
O cerco está a apertar-se para o governador do Banco de Itália, Antonio Fazio.
A Comissão Europeia lançou oficialmente um procedimento legal contra Fazio, ao pedir explicações do governo italiano. Esta é a primeira fase de uma série de medidas que podem levar Fazio a depor perante o Tribunal Europeu de Justiça.
O homem-forte do Banco de Itália é acusado de favorecimento, no caso da OPA do banco holandês ABN Amro ao italiano Antonveneta.
O comissário europeu para o Mercado Interno, Charlie McCreevy, deu dois meses à Itália para remediar aquilo que chama uma “política que atenta contra a liberdade de circulação de capitais”.
Apesar de todas as pressões, Fazio tem sempre recusado demitir-se.
Quando o ABN Amro lançou a oferta para comprar o Antonveneta, um banco italiano sediado em Pádua, Fazio terá agido de forma a impedir que o negócio se concretizasse e terá mesmo dado apoio a uma contra-oferta feita por um banco italiano. A divulgação de escutas telefónicas confirmou a posição do governador, que foi obrigado a recuar, deixando a via livre para os holandeses.
No entanto, o mesmo não se passou com o espanhol BBVA, que acabou por retirar a oferta que tinha feito para a compra de outro banco italiano, o BNL.
Tradicionalmente, o Banco de Itália tem impedido todas as tentativas estrangeiras de comprar bancos no país.
Copyright © 2009 euronews
Destaques e notícias de última hora


Severstal supera expectativas
Ahold em contenção
UBS tem boas previsões
Ferrero prepara oferta à Cadbury
Lucros da easyJet em queda
GM começa a pagar empréstimo
EADS tem contas no vermelho
Vivendi derrota Telefónica na luta pela GVT
Canon compra holandesa OCE
GM quer ajudas de Berlim à Opel 




