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Num dos muitos blocos de apartamentos completamente destruídos em Islamabad ficaram soterradas cerca de 150 pessoas, entre paquistaneses e estrangeiros.
As equipas de socorro resgataram um feliz sobrevivente debaixo dos escombros. Um homem que resistiu a mais de 24 horas sob os destroços. Enquanto estão ainda por socorrer muitas aldeias e pequenas localidades isoladas pelo terramoto que este sábado atingiu o Paquistão e a Índia, as autoridades falam já em mais de 20 mil mortes e 42 mil feridos naquela região do sul da Ásia.
O sismo, que atingiu uma magnitude de 7,6 na escala de Richter é a maior catástrofe natural a atingir o Paquistão desde a sua independência em 1947.
A zona mais atingida é a região da Caxemira paquistanesa onde foram registados cerca de 17 mil mortos e mais de 40 mil feridos. Do outro lado da fronteira, as autoridades indianas deram conta de cerca de 700 vítimas mortais.
O número de vítimas vai aumentando à medida que as horas passam. O governo paquistanês já apelou à comunidade internacional para que envie ajuda humanitária e financeira.
Os Estados Unidos prometeram disponibilizar apoio financeiro de emergência, enquanto a França enviou uma equipa de salvamento composta por cerca de 50 elementos que levaram equipamento que inlclui serras eléctricas próprias para cortar metal e cimento, facilitando assim o acesso aos sinistrados.
O apelo do presidente Pervez Musharraf teve resposta positiva por parte de países como a China, Rússia, o Irão e até mesmo a Índia se mostrou disponível para ajudar.
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