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Um contingente de 750 guardas-fronteiriços egípcios vigia desde esta manhã a fronteira com a Faixa de Gaza.
Na sequência de um acordo assinado no Cairo no dia 1 de Setembro, o Egipto estipulou com Israel as condições deste destacamento, após a retirada israelita do território.
Mandatado para prevenir o contrabando de armas para a Faixa de Gaza, o contingente irá garantir a segurança do corredor Filadelfi, uma linha de 14 km que se estende desde o mar ao longo da fronteira com Israel.
Depois da retirada israelita do Sinai há mais de duas décadas, a polícia egípcia era autorizada a percorrer o corredor equipada apenas de armamento ligeiro.
Pelo novo acordo, o Cairo vai poder patrulhar a zona apoiado por equipamento pesado, como vedetas, helicópteros e blindados.
Entretanto, a retirada militar israelita da Faixa de Gaza está prevista terminar antes de 15 de Setembro, pelo que o Tsahal está a apagar as marcas de 38 anos de ocupação.
As forças de segurança têm vindo a arrasar bases e instalações militares e a desmantelar infra-estruturas.
A operação de retirada que deve durar 24 horas, poderá ser atrasada até segunda-feira, devido ao impasse em relação ao destino a dar às 25 sinagogas que ficaram nos colonatos vazios da Faixa de Gaza.
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