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Os sectores públicos russos da Saúde e da Educação participaram hoje numa jornada de greve-geral para reclamarem melhores condições salariais.
Em Moscovo, os manifestantes protestaram junto ao Parlamento, numa altura em que a Duma aprovava em segunda leitura o orçamento federal para o ano que vem.Um documento em que, por exemplo, o Orçamento da Defesa cresceu, enquanto as verbas para a Educação e para a Saúde permanecem inalteradas.
Apesar da promessa governamental de aumentos salariais da ordem dos vinte por cento já a partir do dia um de Janeiro, em todo o país quatro milhões de professores, médicos e investigadores científicos fizeram greve ou participaram em acções de protesto.
Reclamam aumentos de cinquenta por cento e consideram que, apesar das pressões governamentais, a greve é a única forma de fazerem subir os salários, que, para um professor em final de carreira, ronda os duzentos euros mensais.
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